| 30 Outubro 2009
Os idosos constituem um segmento da população que precisa de atenção,investimento e espaço para uma vida de boa qualidade. É necessário que se possibilite a continuidade e organização em torno de seus interesses básicos.
As instituições de ensino, entre as quais as universidades precisam romper com seus muros e diminuir a distancia que existe com a sociedade,oportunizando conhecimentos atraentes e interessantes aos idosos.
É impossível viver historicamente sem ter um sonho, o projeto do amanhã, a utopia. Ninguém sonha só. O meu sonho precisa do seu e o seu precisa do meu para deixar de ser ilusão e se concretizar.
A educação para o envelhecimento deve ser preconizada dentro de condições sócio-econômicas e culturais, com seguridade social adequada para a manutenção de uma vida digna e produtiva na terceira idade.
A medida que o individuo envelhece existe uma modificação significativa dos papéis sócias que desempenha carecendo até certo ponto de uma definição mais objetiva, de propósito e identidade. Esses papéis precisam ser constantemente substituídos, caso contrário, o idoso interioriza uma anomia tornando se alienado de si mesmo e da sociedade.
Pela educação permanente, o idoso volta a estudar,reflete sobre sua vida, desenvolve e amplia suas habilidades, elabora novos objetivos e traça estratégias para alcançá-los.
Pensar na possibilidade de educação para idosos é pensar em instrumentos para uma velhice saudável, com qualidade, ativa e participativa.
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